O Livre-arbítrio do Homem

Tudo que a afirmação de que o homem tem livre-arbítrio significa é quanto à questão da salvação, que ele tem a capacidade de responder à palavra de Deus e à convicção do Espírito Santo.

O fato de que muitos homens escolhem rejeitar a Cristo e permanecer em seus pecados mostra a extensão da depravação do homem, mas não muda o fato de que o homem tenha livre-arbítrio para agir de forma contrária.

Um homem é somente livre se ele for capaz de ter escolhido de forma contrária. Se um calvinista quer dizer que o homem pode somente escolher o menor de dois males, então está bem. Neste caso, aceitar Jesus Cristo seria um mal menor do que ir para o inferno.


Porém, o calvinista responde que medo não é um motivo apropriado. Todavia, para um culpado pecador encarando a possibilidade de sofrer uma pena eterna, o medo é um motivo muito saudável.

O fato de que um homem tem livre-arbítrio para crer em Jesus Cristo para salvação não significa que ele escolherá aceitar a oferta da graça de Deus. 

Ter livre-arbítrio é uma coisa; usá-lo corretamente é outra.
Ele não pode exigir que Deus o salve. Ele não pode contribuir para a sua salvação. Ele não pode mudar sua natureza. Ele não pode se salvar. Disto é o que sua “incapacidade” consiste.

A Bíblia afirma a capacidade de responder ao Evangelho enquanto em seu estado de depravação: “Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues” (Rm 6.17).
A razão dos homens não responderem ao Evangelho não é porque eles têm a incapacidade de agir assim: “E não quereis vir a mim para terdes vida” (Jo 5.40).
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Fonte: 
O Outro Lado do Calvinismo - Laurence M. Vance